A menina e o violão.

Não me olhe assim com esse olhar de quem sonhou a vida inteira em me encontrar, porque eu vou acreditar.

É difícil crer quando as portas se fecham e a esperança morre um pouco todo dia. É difícil crer quando tudo dá errado e todas as tentativas são vãs. É difícil crer quando se planta o amor e só se leva rasteira, pancada, dor. É difícil crer quando as lágrimas se tornam nossa oração. Nessas batalhas que ninguém nos vê lutar, é difícil crer. Quando as orações são vazias, e nada do que é dito parece ser ouvido, é difícil crer. Quando tudo é escuro, a fé esmorece e a noite parece não passar. Quando as dúvidas se levantam como ondas e nos afogam num mar de águas escuras, é difícil crer. Peço forças. Me seguro em Deus. A fé me escapa pelos dedos. É difícil crer.

É preciso fé, coragem, força pra enfrentar dias assim, em que o riso perde a entonação, a voz perde o timbre, os olhos fracos sempre pegos olhando para o nada, os braços caídos abaixando a guarda, o corpo murchando como uma flor no começo do inverno. É preciso enfrentar mais uma vez, mais uma batalha, sozinha ou acompanhada, isso nunca foi tão importante, porque apesar da guerra árdua Deus não me abandona, Ele nunca abandona um filho seu no campo, Ele trás de volta, cura as feridas, e ainda dá uma medalha de honra, uma medalha pra honrar meu coração quebrado e dolorido. Isso nunca foi problema pra Ele, meu medo não é nada perto da grandeza d’Ele, minhas inseguranças não são nada perto de seu abraço quente, os dias frios se vão, porque Ele nos guarda na palma das suas mãos fortes, marcadas pela dor e o sofrimento, mas também pala força e pela grandeza. Se eu quero vencer o gigante eu tenho que enfrenta-lo, sentar, cruzar os braços, olhar pra baixo, deixar que o tempo passe, chorar, me trancar no inverno doloroso, não irá me fazer vence-lo. Eu simplesmente tenho que manter meu olhos fixos nEle, o caminho não me importa, apenas o fim. Quando ver o meu gigante no chão, quando toda essa fraqueza se for, quando a alegria retornar ao seu lar, quando o riso for farto…

"Porque é que tem que ser tão difícil pra mim? Parece que é difícil só pra mim."

Boa noite Dry ♥

sou-guerra

Boa noite, Jess <3 Quanto tempo! Sumimos, ein. 

Eu não sei se você já se sentiu assim. Querendo dormir por mil anos. Ou simplesmente não existir. Ou apenas não estar ciente de sua existência. Ou algo parecido. Eu acho que querer algo assim é muito mórbido, mas eu acabo tendo esse tipo de desejo quando estou mal. É por isso que estou tentando não pensar. Eu só quero que tudo pare de rodar.

Nenhuma arma preparada contra Ti prevalecerá

larissaborges

Eu creio. <3

Boa noite, Dri ♥

enflorarei

Boa noite, Yaya. <3

Não ache que a dor é apenas sua. Deus é seu Pai, e um pai não fica feliz quando um filho seu está triste.

você já escutou Crombie?

Anonymous

Sim. Não curti muito…

Quero elogiar o tumblr primeiro, sou super fã daqui e sempre indico aos amigos, suas autorias são muito boas, mesmo. To participando dos #30diasfelizes, e adorando, meus amigos também, haha ! Se puder indica meu tumblr aqui, e\ou rebloga autorias minhas, se gostar, claro. Beijos e parabéns pelo tumblr *-*

era-so-mais-um

Muito obrigada, de coração. Essa música do Projota na sua play é muito bonita! Enfim, rebloguei. Beijão <3

Deseje que o tarde nunca seja tão tarde a ponto de ser tarde demais.

Vai me machucar outra vez. Pulo do barco agora, enquanto ainda é raso. Vou me iludir outra vez, porque isso só existe no meu coração. E o olhar que me parece de amor, talvez seja somente de carinho. Eu levo a sério, juro, mas não sei mais arriscar. É melhor o “talvez daria certo” em minha mente, que o “eu não devia ter falado”. Mas no fim do dia, não consigo negar pra mim: só existe na minha cabeça. Me afasto agora, porque não sei se posso ter esperança. Quero uma certeza, mas nem sei se existe a dúvida em você. Quero ficar, mas não posso. Parto porque não há futuro, e pior que não ter futuro, é não ter presente. Só existe na minha cabeça. Vou repetir pra mim, até me conformar. Até me convencer e matar de dor a esperança.

Somos no papel mas não no viver…”

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